Clima de "primeiro dia de aula". Todos pareciam muito excitados e as perguntas são muitas - nem todas muito pertinentes...
Deve ser por isso mesmo que eles estão achando pistas onde não tem nenhuma. Tudo para eles parece ser uma evidência... A experiência deve ensiná-los a focar mais nas missões.
Elaine me parece, até agora, a mais compenetrada. Fala pouco, anota muito.
Henrique, o primeiro líder, parece se incomodar com a responsabilidade. O fato de escolher uma pessoa para um possível encontro com o assassino certamente pesou nesse comportamento.
Joana e Fernanda são as mais falantes. E com muita propriedade. Ajudam na impressão de que as meninas estão ligeiramente mais eficientes, por enquanto, nessa investigação.
Aprecio o estilo do Curinga. Breve e preciso.
Rebeca parece um pouco insegura. Assim como Tatiana. Talvez estejam um pouco abafadas pelas outras meninas.
Antônio tem uma certa tendência a teorizar demais. Isso pode ser bom para puxar a concentração da equipe. O perigo é "viajar". Lembrar de insistir com ele para que a investigação tenha os pés no chão.
Breno é o mais tranqüilo, num bom sentido. Parece um cara bastante agregador.
Já Sidney está tranquilo demais... parece tímido - uma característica, claro, não muito apreciada num investigador.
De maneira geral, minha tarefa mais importante vai ser puxá-los para uma conduta mais profissional.
Eles cruzaram algumas linhas graves, por exemplo, durante o interrogatório da prefeita, invadindo a casa dela. Nada que uma boa "chamada" não possa consertar... Ao mesmo tempo, lá também "pescaram" o álibi - o que mostra que estavam atentos... Está tudo muito no começo.




